sábado, 9 de outubro de 2010

Criança, semelhança de Jesus
Já fui sonho, projeto, feto...
Hoje sou como o raiar de um novo dia

O brotar de uma semente

O desabrochar de uma flor.

Sou como uma doce melodia

Com autor e partitura

Só preciso que me "toquem"

Com ternura
Para que eu possa ser gente.
Do bem, quero ser sempre

Contexto

Não nasci para ser avesso

Sou portador de sol

Trago luz

Alegria e esperança
Afinal sou criança

Imagem e semelhança de

Jesus!


Autor desconhecido



sexta-feira, 17 de setembro de 2010



A força do perdão

Cada um de nós tem dificuldade em perdoar e pedir perdão. Uns mais, outros menos. O problema é agravado quando, além de não conseguir fazer uma ou as duas coisas ao mesmo tempo, a pessoa decide guardar raiva, rancor, ressentimento, tudo com “r” de ruim.
Perdoar é uma decisão. Esta decisão deve ser completa. Uma vez tomada a decisão de perdoar, não permitir que a ofensa continue trazendo peso sobre o ofendido, ou seja, você mesmo. É o que chamamos de “colocar uma pedra em cima.

Sabemos que debaixo da pedra está a ofensa, mas decidimos não mais olhar para ela. Também decidimos que não levantaremos a pedra, mesmo que recebamos uma nova ou mais grave ofensa da mesma pessoa que nos ofendeu. Primeiro, porque decidimos perdoar. Segundo, porque decidimos colocar no seu devido lugar o fardo da ofensa recebida.
Penso que a dificuldade para perdoar está no pensamento de que o perdoador terá de esquecer a ofensa, como quem apaga tudo o que foi escrito com giz num quadro-negro. É humanamente impossível esquecer o fato em si, pois aconteceu. Mas é humanamente possível optar por não trazê-la à memória tanto para sofrer novamente (ressentir) quanto para lançar no rosto do ofensor (fazer refém). Não se deixar ressentir é o mesmo que esquecer. É tirar de sobre si o peso da afronta recebida.

Para algumas pessoas ofendidas, perdoar é como deixar livre o ofensor sem punição. Pensam que, uma vez perdoando, transformar-se-ão numa pessoa boba ou sem amor próprio. Estou certo de que não é verdade, que não é isso que acontece de fato. Acredito sim numa transformação para melhor: uma pessoa mais bela, mais leve, mais de bem com a vida.
Deus fez o homem com capacidade de discernir entre o bem e o mal. Deu-lhe consciência. Todas as vezes que o homem fere ou ofende o seu próximo, o faz também ao Criador. Sua consciência receberá o peso da ofensa que cometeu. Ainda que tente demonstrar o contrário, a consciência do ofensor acarreta-lhe punição. Sofrerá ainda as consequências mais adiante: perda de uma amizade, quebra de comunhão com os pais, com o cônjuge, o (s) filho (s); pior que isto, com o seu Criador. O corpo recebe a mesma carga. É a lei da semeadura. Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6 : 7).


sexta-feira, 13 de agosto de 2010








Porque fazemos isso?





Por que será que dormimos na igreja, mas ficamos acordados em um filme de quase duas horas?
Por que será tão
difícil falar de Deus, mas é tão fácil falar de sexo?
Por que será que
ficamos tão entediados quando lemos uma revista cristã,
mas achamos
fácil ler qualquer outra revista?
Por que será que é tão fácil
ignorar uma mensagem de Deus pela internet?
Mas tão fácil repassar as eróticas?
Por que será que as igrejas estão ficando cada vez
menores, enquanto bares e clubes crescem como nunca? Pense sobre isso
(JESUS deu a vida por você!)

O Senhor disse:

" Mas qualquer um que me negar diante
dos homens, eu o negarei também diante do meu Pai, que estás nos céus"

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sua sexualidade é um dom!

Deus, criou o homem, na sua totalidade, individualidade e definido sexualmente.

Deus, ao criar o homem, o fez na sua totalidade, individualidade e definido sexualmente. Sendo dom de Deus, a sexualidade não pode ser vista como algo separado do homem, mas algo essencial para a salvação. Por isso, preciso assumir minha sexualidade como identidade de mim mesmo. Se Deus me fez homem, não posso ser outra coisa e, se você é mulher não poder ser outra coisa a não ser mulher. O dom de Deus não pode ser estragado pelo homem e sim assumido.

Você é imagem e semelhança de Deus. Deus caprichou ao fazê-lo! Não podemos deixar o mundo estragar a nossa identidade, a nossa sexualidade, dizendo que, para ser felizes precisaremos assumir outra identidade e achar isto normal. Você só será inteiramente feliz sendo o que é desde o nascimento, homem ou mulher; fora disso não é dom de Deus.

"O ser humano é chamado ao amor e ao dom de si, na sua unidade corpórea-espiritual. Feminilidade e masculinidade são dons complementares, pelo que a sexualidade humana é parte integrante da capacidade concreta de amor que Deus inscreveu no homem e na mulher. «A sexualidade é uma componente fundamental da personalidade, um modo de ser, de se manifestar, de comunicar com os outros, de sentir, de expressar e de viver o amor humano». Esta capacidade de amor como dom de si tem, por isso, uma sua «encarnação» no caráter esponsal do corpo, no qual se inscreve a masculinidade e a feminilidade da pessoa. «O corpo humano, com o seu sexo, e a sua masculinidade e feminilidade, visto no próprio mistério da criação, não é somente fonte de fecundidade e de procriação, como em toda a ordem natural, mas encerra desde "o princípio" o atributo "esponsal", isto é, a capacidade de exprimir o amor precisamente pelo qual o homem-pessoa se torna dom e — mediante este dom — atuar o próprio sentido do seu ser e existir». Qualquer forma de amor será sempre marcada por esta caracterização masculina e feminina" (Conselho Pontifício para a Família, sexualidade humana, n.10)

Hoje, os homens estão perdendo a sua individualidade e assumindo uma identidade falsa daquela que Deus fez, por causa na mídia, que está ditando as regras e falando o que você deve ser para ser feliz, o que as novelas e tudo mais, têm falado contra o plano de Deus para sua vida: ser imagem e semelhança Dele.

Você é lindo (a), não seja aquilo que o mundo tem dito para ser, mas assuma a sua sexualidade e genitalidade como Deus fez. O mundo tem falado para você não se reprimir e assumir uma sexualidade que vai contra a natureza, contra o plano de Deus para sua vida.

Sei que em muitos casos, pessoas foram feridas em sua sexualidade e genitalidade, por parentes, por abusos, por violências... e isso de um certo modo tem levado muitos a assumirem uma identidade sexual que não é a sua. As pessoas às vezes, não têm culpa, pois são feridas desde crianças e carregam seus traumas para a vida e não buscam ajuda ou cura de suas marcas e feridas.

O remédio é assumir que está ferido e buscar ajuda.

Certa vez um jovem veio conversar comigo, aparentemente ele estava muito bem, mas quando falou da sua sexualidade, expôs que foi abusado sexualmente por um primo seu quando ainda era criança. E esta situação o fazia sentir atração sexual por outros rapazes, mas não o levando ao ato sexual. Em oração, fui pedindo a Deus que o curasse de todo trauma na sua sexualidade. Fizemos dias de oração de cura interior e Deus o curou e libertou, porque ele assumiu sua fraqueza e buscou ajuda.

"A sexualidade humana é, portanto, um bem: parte daquele dom criado que Deus viu ser «muito bom» quando criou a pessoa humana à sua imagem e semelhança e «homem e mulher os criou» (Gen 1,27). Enquanto modalidade de se relacionar e se abrir aos outros, a sexualidade tem como fim intrínseco o amor, mais precisamente o amor como doação e acolhimento, como dar e receber. «A sexualidade deve ser orientada, elevada e integrada pelo amor, que é o único a torná-la verdadeiramente humana»" (Conselho Pontifício para a Família, sexualidade humana, n.11).

O que falta para você buscar ajuda e assumir que foi ferido ou ferida na sua sexualidade? Deus quer curá-lo e libertá-lo, para que você seja inteiramente Dele e viver a liberdade na sua sexualidade.


O purgatório na Biblia

Muitos me perguntam onde está na Bíblia o Purgatório? Ele é uma exigência da razão e mesmo da caridade de Deus por nós. A palavra “Purgatório” não existe na Bíblia, foi criada pela Igreja, mas a realidade, o “conceito doutrinário” deste estado de purificação existe amplamente na Sagrada Escritura como vamos ver. A Igreja não tem dúvida desta realidade por isso, desde o primeiro século reza pelo sufrágio das almas do Purgatório.

1 - São Gregório Magno (†604), Papa e doutor da Igreja, explicava o Purgatório a partir de uma palavra de Jesus: “No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo que se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado nem no presente século nem no século futuro (Mt 12,31). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro” (Dial. 41,3). O pecado contra o Espírito Santo, ou seja a pessoa que recusa de todas as maneiras os caminhos da salvação, não será perdoado nem neste mundo, nem no mundo futuro. Mostra o Senhor Jesus, então, neste trecho, implicitamente, que há pecados que serão perdoados no mundo futuro, após a morte.

2 - O ensinamento sobre o Purgatório tem raízes já na crença dos próprios judeus do Antigo Testamento; cerca de 200 anos antes de Cristo, quando ocorreu o episódio de Judas Macabeus. Narra-se aí que alguns soldados judeus foram encontrados mortos num campo de batalha, tendo debaixo de suas roupas alguns objetos consagrados aos ídolos, o que era proibido pela Lei de Moisés. Então Judas Macabeus mandou fazer uma coleta para que fosse oferecido em Jerusalém um sacrifício pelos pecados desses soldados. “Então encontraram debaixo da túnica de cada um dos mortos objetos consagrados aos ídolos de Jâmnia, coisas proibidas pela Lei dos judeus. Ficou assim evidente a todos que haviam tombado por aquele motivos… puseram-me em oração, implorando que o pecado cometido encontrasse completo perdão… Depois [Judas] ajuntou, numa coleta individual, cerca de duas mil dracmas de prata, que enviou a Jerusalém para que se oferecesse um sacrifício propiciatório. Com ação tão bela e nobre ele tinha em consideração a ressurreição, porque, se não cresse na ressurreição dos mortos, teria sido coisa supérflua e vã orar pelos defuntos. Além disso, considerava a magnífica recompensa que está reservada àqueles que adormecem com sentimentos de piedade. Santo e pio pensamento! Por isso, mandou oferecer o sacrifício expiatório, para que os mortos fossem absolvidos do pecado” (2Mc 12,39-45).

O autor sagrado, inspirado pelo Espírito Santo, louva a ação de Judas: “Se ele não esperasse que os mortos que haviam sucumbido iriam ressuscitar, seria supérfluo e tolo rezar pelos mortos. Mas, se considerasse que uma belíssima recompensa está reservada para os que adormeceram piedosamente, então era santo e piedoso o seu modo de pensar. Eis porque ele mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, afim de que fossem absolvidos do seu pecado”. (2 Mac 12,44s) .Neste caso, vemos pessoas que morreram na amizade de Deus, mas com uma incoerência, que não foi a negação da fé, já que estavam combatendo no exército do povo de Deus contra os inimigos da fé. Cometeram uma falta que não foi mortal.

Fica claro no texto de Macabeus que os judeus oravam pelos seus mortos e por eles ofereciam sacrifícios, e que os sacerdotes hebreus já naquele tempo aceitavam e ofereciam sacrifícios em expiação dos pecados dos falecidos e que esta prática estava apoiada sobre a crença na ressurreição dos mortos. E como o livro dos Macabeus pertence ao cânon dos livros inspirados, aqui também está uma base bíblica para a crença no Purgatório e para a oração em favor dos mortos.

3 - Com base nos ensinamentos de São Paulo, a Igreja entendeu também a realidade do Purgatório. Em 1Cor 3,10, ele fala de pessoas que construíram sobre o fundamento que é Jesus Cristo, utilizando uns, material precioso, resistente ao fogo (ouro, prata, pedras preciosas) e, outros, materiais que não resistem ao fogo (palha, madeira). São todos fiéis a Cristo, mas uns com muito zelo e fervor, e outros com tibieza e relutância. E S. Paulo apresenta o juízo de Deus sob a imagem do fogo a provar as obras de cada um. Se a obra resistir, o seu autor “receberá uma recompensa”; mas, se não resistir, o seu autor “sofrerá detrimento”, isto é, uma pena; que não será a condenação; pois o texto diz explicitamente que o trabalhador “se salvará, mas como que através do fogo”, isto é, com sofrimentos.

4 - Na passagem de Mc 3,29, também há uma imagem nítida do Purgatório:”Mas, se o tal administrador imaginar consigo: ‘Meu senhor tardará a vir’. E começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar (…) e o mandará ao destino dos infiéis. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes.” (Lc 12,45-48). É uma referência clara ao que a Igreja chama de Purgatório. Após a morte, portanto, há um “estado” onde os “pouco fiéis” haverão de ser purificados.

5 - Outra passagem bíblica que dá margem a pensar no Purgatório é a de (Lc 12,58-59): “Ora, quando fores com o teu adversário ao magistrado, faze o possível para entrar em acordo com ele pelo caminho, a fim de que ele não te arraste ao juiz, e o juiz te entregue ao executor, e o executor te ponha na prisão. Digo-te: não sairás dali, até pagares o último centavo.”

O Senhor Jesus ensina que devemos sempre entrar “em acordo” com o próximo, pois caso contrário, ao fim da vida seremos entregues ao juiz (Deus), nos colocará na “prisão” (Purgatório); dali não sairemos até termos pago à justiça divina toda nossa dívida, “até o último centavo”. Mas um dia haveremos de sair. A condenação neste caso não é eterna. A mesma parábola está´ em Mt 5, 22-26: “Assume logo uma atitude reconciliadora com o teu adversário, enquanto estás a caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça e, assim, sejas lançado na prisão. Em verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo” . A chave deste ensinamento se encontra na conclusão deste discurso de Jesus: “serás lançado na prisão”, e dali não se sai “enquanto não pagar o último centavo”.

6 - A Passagem de São Pedro 1Pe 3,18-19; 4,6, indica-nos também a realidade do Purgatório:”Pois também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados (…) padeceu a morte em sua carne, mas foi vivificado quanto ao espírito. É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos na prisão, aqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes (…).” Nesta “prisão” ou “limbo” dos antepassados, onde os espíritos dos antigos estavam presos, e onde Jesus Cristo foi pregar durante o Sábado Santo, a Igreja viu uma figura do Purgatório. O texto indica que Cristo foi pregar “àqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes”. Temos, portanto, um “estado” onde as almas dos antepassados aguardavam a salvação. Não é um lugar de tormento eterno, mas também não é um lugar de alegria eterna na presença de Deus, não é o céu. È um “lugar” onde os espíritos aguardavam a salvação e purificação comunicada pelo próprio Cristo.

domingo, 8 de agosto de 2010

Meu Pai

Você é a coragem em pessoa.

Você é o meu poder crescer.
Você é a minha cabeça.
São os meus conselhos.
Você é aquele que me defende,
Que me salva dentro de uma tempestade.
Me tira de um incêncio de mentiras.
Me mostra as verdades,
Tenta sempre ser justo.
Quer apenas a minha completa felicidade .
Gosta de mostrar a luz;
A luz da vitória.
Me diz as oportunidades que o mundo dá.
Adora quando eu faço
Algo que lhe agrada.
Qualquer gesto é questão de se orgulhar.
Você é o meu pai;
O pai que pedi a Deus...
Que sabe me entender
Compreende meus sonhos,
E me ajuda a torná-los Realidade.
Saiba que
EU TE AMO PAI!!!

sábado, 7 de agosto de 2010


A força do perdão

Cada um de nós tem dificuldade em perdoar e pedir perdão. Uns mais, outros menos. O problema é agravado quando, além de não conseguir fazer uma ou as duas coisas ao mesmo tempo, a pessoa decide guardar raiva, rancor, ressentimento, tudo com “r” de ruim.
Perdoar é uma decisão. Esta decisão deve ser completa. Uma vez tomada a decisão de perdoar, não permitir que a ofensa continue trazendo peso sobre o ofendido, ou seja, você mesmo. É o que chamamos de “colocar uma pedra em cima.

Sabemos que debaixo da pedra está a ofensa, mas decidimos não mais olhar para ela. Também decidimos que não levantaremos a pedra, mesmo que recebamos uma nova ou mais grave ofensa da mesma pessoa que nos ofendeu. Primeiro, porque decidimos perdoar. Segundo, porque decidimos colocar no seu devido lugar o fardo da ofensa recebida.
Penso que a dificuldade para perdoar está no pensamento de que o perdoador terá de esquecer a ofensa, como quem apaga tudo o que foi escrito com giz num quadro-negro. É humanamente impossível esquecer o fato em si, pois aconteceu. Mas é humanamente possível optar por não trazê-la à memória tanto para sofrer novamente (ressentir) quanto para lançar no rosto do ofensor (fazer refém). Não se deixar ressentir é o mesmo que esquecer. É tirar de sobre si o peso da afronta recebida.

Para algumas pessoas ofendidas, perdoar é como deixar livre o ofensor sem punição. Pensam que, uma vez perdoando, transformar-se-ão numa pessoa boba ou sem amor próprio. Estou certo de que não é verdade, que não é isso que acontece de fato. Acredito sim numa transformação para melhor: uma pessoa mais bela, mais leve, mais de bem com a vida. Deus fez o homem com capacidade de discernir entre o bem e o mal. Deu-lhe consciência. Todas as vezes que o homem fere ou ofende o seu próximo, o faz também ao Criador. Sua consciência receberá o peso da ofensa que cometeu. Ainda que tente demonstrar o contrário, a consciência do ofensor acarreta-lhe punição. Sofrerá ainda as consequências mais adiante: perda de uma amizade, quebra de comunhão com os pais, com o cônjuge, o (s) filho (s); pior que isto, com o seu Criador. O corpo recebe a mesma carga. É a lei da semeadura. Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6 : 7).